Sunday, September 23, 2007

AULINHAS



Ha um ano atras, escrevi um post sobre o primeiro dia de aulas (quem quiser q procure :P). Estava entusiasmada e feliz, mas tb um pouco anciosa! Era o primeiro dia da nova faculdade! Longe de ser uma caloira (ja la vao uns anos...) era o entusiasmo dum novo curso, e desta vez aquele que eu sempre quis, que me movia.

Este ano, o curso já não é novo. Estou entusiasmada, mas.... ai q me vai custar tanto voltar a ter horários, levantar cedo, por aulas em dia aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

ah... e como estou com 10 kg mais do q tinha o ano passado, entro neste ano a rebolar :P

Thursday, September 20, 2007





A minha vida virou um blog com pernas. Sei que pouco, ou nada, tenho escrito, mas são inumeros os posts mentais q faço. À minima coisa, la começo a dibitar em forma de post. Só é pena nao os por por escrito. Alguns iam dar para rir iam...


Hj, agora, escrevo-vos 10km dps do fim do mundo! Estou em Serpins (ou lá como de chama), na berma da estrada (va... n pensem ja coisas dessas...), dentro do carro, com 30 la fora! Sinto-me uma galinha no forno, mas com pc. O mais incrivel é q num sitio onde passam um carro de 20 em 20m, com sorte (estou aqui ha 1 hora e passaram 3...), onde nem um tasco tascoco para beber água ha, e pessoas a pé nem vê-las, tenho rede 3G e no máximo!!! Há coisas estranhas...


MENTAL NOTE: nunca andar com ninguém que tenha a carta apreendida... viramos motoristas em três tempos :P .....e não no spagam km extra :PPP

Monday, September 10, 2007

Regras



Amanha tenho um exame! Não me apetecia nada... mas infesmente tem q ser... Ha tanta coisa que temos que fazer e nao nos apetece. Fala-se tanto da liberdade de acçao. Mas, será q alguem a tem mesmo? No fundo, acabamos por estar sempre limitados. Nem que nao sejas pelas «regras». Sao condicionalismos necessarios, ou o mundo seria uma anarquia aleatoria. Mas são tao redutoras da nossa vontade...


Sunday, September 09, 2007

I'M BACK! ;)

VOLTEI!

Nunca este blog teve uma ausencia tao prolongada de post. Ideias nao faltaram...inspiraçao também nao. Acho que passei uma fase que nao me apetecia por em palavras aquilo que sentia, pensava, imaginava... nao deixa de ser estranho. Sempre fui uma mulher de palavras escritas pelo pensamento. Mas nao tinha vontade.

Pelo meio desta pausa da vontade, fui de ferias. Para o sitio de sempre, Calp. Como sempre, foram fenomenais as ferias. Este ano, fui tambem por terras de Portugal, ora pela Beira Interior, ora até ao Alentejo. Sobre as ferias escreverei depois. Tantos dias sem vontade de escrever, agora parece que a vontade vem em catadupla. Apetece-me escrever sobre tudo.

Nao sei poruquê, re-li agora alguns posts antigos, os primeiros. Este cantinho ja fez um ano...tanto que aqui já se escreveu. Foi bom ler alguns dos meus pesamentos, mas fiquei com uam certa nostalgia. Ri-me com alguns post, comentarios, recordei situaçoes passadas... sim, ja fui muito feliz. Mas principalmente....sou feliz agora, presente!

Até muito breve, Lá em Cima

Friday, July 27, 2007

Rapido Rapido!


E pronto! è o q tenho feito!!!!! Esta foi numa barragem!

Monday, July 23, 2007

rain...











Se no post anterior pus o Calimas ao sol foi pq era o que eu esperava fazer!!!! Estender o papo para o ar, ao sol!! Mas naaaaaaoooooooooooo!! Esta frio, chuva, vento e nao ha sol!!!!!! GRRRRRRR
P.S- nao sei pq é q a imagem aparece tantas vezes repetida... mas deixei estar, assim reforça a minah desgraça calimerica!




Monday, July 16, 2007

FÈRIAS!




Este vai ser o meu estado natural apartir de hoje! Os exames acabaram, ainda n sei notas... xiunf... Ate ir de ferias n pretendo usar mais o neuronio! Esse ja teve a sua licença de férias! Mas vou tentar actualizar o blog, a ver se esta coisa reanima q anda muito calma!!
Não é linda esta imagem do meu Calimero?? Ok, eu sou bem mais branquinha e n tenho o habito de andar com uma casca na cabeça...pq de resto... ao q eu engordei, bem q ta parecido! :(

Tuesday, July 10, 2007


sex-bug!



Peço desculpa aos leitores mais sensiveis e púdicos, mas este post é pornografico. Ou melhor, bugg-pornografico. Recebi por mail esta imagem da natureza. Não resisti... afinal... birds do it, bees do it...and lady bugs too!!!


Não são lindos???

p.s- n sei bem pq, mas não consegui por titulo no post...

Wednesday, July 04, 2007

O crime!!




Hediondo! Horrivel! Aterrador!


A cave do meu prédio, sitio até arejado e lugar de muitas brincadeiras felizes na infancia do prédio, foi estes dias palco dum hediondo crime. O cadáver estava a vista de quem passasse. Pernil esticado, meio comido, sangrento... As rpovas do crime voaval pelo recinto. Penas. Havia uma nevoa de penas no ar. O crime devia ter ocorrido ha poucos minutos qunado entrei na cave. Se calhar, eu interrompi o repasto do assassino... Fui aterrorizada! E se eu fosse uma ave? Podia ser eu, ali, com as entranhas expostas, a perna tesa de medo, as penas a esvoaçar.


Pq é q os gatos atacam os passaros????

Thursday, June 28, 2007

O meu blog morreu?




Pela primeira vez em um ano e qualquer coisa, tenho um post publicado durante uns dias e nenhum comentario! Será que ninguém o leu? Era longo... será que o meu cantinho ja não faz parte das visitas diárias de quem o lia e nele participava?

Será falta de tempo? Tornou-se desinteressante?


O meu blog morreu?

Tuesday, June 19, 2007

O meu trabalho...



SEGUINDO A CIÊNCIA


Não há hora para a ciência. O meu dia no mundo dos micróbios, células, estirpes, microscópios, descobertas e frustrações começou cedo. Tarde, para a investigadora que ás sete da manhã já estava entre pipetas e tubos de ensaio «as células ficaram a crescer durante a noite», explica ela, entre um bocejo e uma luva de látex. A Clara vem de mau humor, como todas as quartas feiras, dia de «lab meeting». «Ela é uma cientista vespertina» explica-me o meu irmão, meu guia nesta incursão por este mundo da ciência, novo para mim, mulher de letras, de palavras.


Antes do «picar do ponto», é obrigatória uma passagem pelo bar do Instituto. Pelo caminho, encontramos uma colega de experiências, apressada, tinha que ir por a sangrar ratinhos. O meu estômago, sensível depois do pequeno-almoço, reage. De repente, sinto pena daquele animal, que não conheço, mas sei que destino o espera…A Catarina, mulher, é incapaz de matar uma mosca. Mas a Catarina, cientista de 29 anos, sangra ratinhos com a naturalidade de quem bebe um café.


Já antes tinha estado num laboratório de «gente grande», bem diferente do laboratório de físico-química do colégio onde estudei. Tive química até ao 9 ano. Sei que o símbolo químico do oxigénio é O2; que não se misturam ácidos com bases concentradas; e de pouco mais me lembro desses longínquos anos. Sou leiga, iletrada neste mundo. Um peixe fora de àgua, embora sempre tenha ouvido o meu irmão e alguns dos meus amigos mais próximos falarem de ciência em conversas de café, mas sempre ausentei o meu pensamento para mundos mais distantes deste, próximos do meu, quando a conversa era mais ciêntifica.


Esperava encontrar um laboratório arrumado, cheio de frascos com cores transparentes, fumos com cheiro a novo. Deparei-me com um emaranhado de plásticos coloridos, com legendas da segunda Guerra das Estrelas, caixas e caixas de pipetas, luvas, frascos, etiquetas.


Imaginava um cientista como um homem com um ar sério, concentrado, de óculos, com luzes estranhas à volta, perdido em tubos de ensaio, com uma imaculada bata branca, um corte de cabelo fora de órbita, com uma linguagem incompreensível para o ser humano que vive fora daquele mundo. Fora de orbita, naquele mundo, só mesmo eu. Ali, o ser estranho, o ET social era eu. As palavras que ouvia não me diziam nada, apenas me faziam sentir um estrangeiro no meu pais, alguém que quer entender o que ouve, mas que por muito que se esforce, aquelas palavras soam a sons engraçados, como os nomes do chineses, tons sonantes, mas sem sentido na minha cabeça. As piadas são-me desconhecidas, estranhas. Riem-se de piadas com células, telomeros, gozam com o colega de bancada, que ri, enquanto põe um liquido amarelado num frasco redondo, onde crescem células, embora eu nada veja.


Não usam a bata branca da minha imaginação, usam roupa normal, embora este normal possa sair do meu sentido estético. Usam calças de ganga. São gente. Acham piada ao meu macacão, que me faz parecer uma miúda reguila, pronta a fazer asneiras, mesmo sem saber que as está a fazer. Basta, para isso, mexer num frasco, tirar um post it do sítio, tropeçar num dos fios do emaranhado que habita no chão. Vagueiam pelos corredores daquele sítio, um amontoado de estantes, a que eles chamam «bancadas», como dançarinos num palco. Com passos demarcados, seguros, embora sejam desajeitados no andar, são seguros no que fazem.


Misturam o português com o inglês, parecem imigrantes já pouco habituados á língua materna, mergulhados nas potencialidades de uma nova língua. Nas paredes do laboratório vejo frases de humor, soltas, como notas de uma sinfonia desordenada. Gozam uns com os outros, gozam com eles mesmos, com os seus fracassos. Falam das experiências como pais falam dos filhos. Mas os filhos, eles podem educar, moldar. As experiências têm resultados livres, não os controlam. Às vezes tentam. Apenas conseguem perceber por que caminhos seguiu aquele filho. Mas isto, quando não se perdem nas encruzilhadas de números, células, reagentes e leis universais, tão distantes para mim, como eu estou distante. O meu pensamento vagueia pela a observação daquele mundo, que tento seguir, mas não compreender. Aquele não é o meu mundo. Mas toca-me. Aquele universo, paralelo ao meu universo de letras e palavras, cruza-se comigo. Seja no comprimido que tomo para a dor de cabeça, causada pela falta de descanso, seja nas descobertas que eles tentam ter.


Trabalham com o flagelo do cancro. Não vêm doentes, vêem experiências. Mas não cobaias. Não ambicionam o Nobel, mas o conforto da descoberta. A fama, não os conduz. Guia-os o sentido de humanidade, fazer a diferença pela descoberta. Sabem que é uma miragem, um sonho. Mas o «sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança.» Sigo-lhes os sonhos, sigo-os na sua ciência. Caminho com eles, do outro lado do entendimento.







Tuesday, June 05, 2007

Estes dias...



Já ha uns dias que não escrevo. Desta vez não tem sido falta de vontade, mas sim de tempo! Aqui a loira tem andado numa roda viva (estejam descansados q nao ando a rodar sobre mim, ha loira :P). Tenho tido trabalhos para entregar, amigos para ajudar, alguma (pouca!!!) borga, estudo e aquelas coisas normais na vida duma loira: unhas, cabelo, compras...(era bom...)


Este fim de semana foi um pouco mais calmo, no que toca a trabalho. Mas foi cheio em entretenimento... ja estava a precisar de um fim de semana mais virado para a ramboia, embora controlada. Apanhei o meu primeiro grande escaldao!! Nos bracinhos :( e bem que me cuidei e pus creme, mas a minha pele de rabo de bebe tem atracção pelo vermelho!! Na opniao do amigo Pulga, tinha os braços tipo febra!! (caro pulga, eu que te apanhe a jeito que vez o que te toca!!)


Agora que vem o sol, vem tambem a epoca de exames. La se vai o neuronio... Mas, ao contrario de outros anos, em direito, embora tenha muito que estudar, estou descansada. Gosto deste curso!! Quem diria, heim?

Thursday, May 24, 2007

A Duracell



Estes são alguns dos sobrinhos que a Libâninha ajudou a criar. Todos a adoram!






A minha avó Libaninha sempre teve um importante papel na minha vida! Nem que nao seja a ela posso agradecer a minha fobia aos mosquitos e alguns dos kilinhos a mais ao longo da minha vida. A Libaninha sempre foi uma figura importante cá em casa! Ela tomava conta de mim e do «pequenito» (leia-se: o meu irmao com 1,80), cozinhava para todos, enfim, era um pilar cá da casa que culmatava a falta dos papas quando estes estavam a trabalhar. Uma AVO com as letras todas grandes!!



São inumeras as historias da avo Libania. Mulher de fibra, sempre com um carinho para dar e muita conversa. Alias, ela adora mesmo é falar, falar e falar. E ainda falar! e quando tem tempo, gosta de falar! Este gosto dela ja lhe valeu algumas alcunhas na familia, «Papagaio», «Duracell», porque ela é como os coelhinhos das pilhas.... dura, dura, dura e dura!

Outra caracteristica na Velhota (nome que também carinhosamente lhe chamamos), é ter uma fertil imaginação. Fértil mesmo. Então para desgraças.... acho que a inspiraçao vem dos milhentos telejornais que ela vê. Principalmente o rol de desgraças que é o telejornal da TVI. Às vezes achamos que ela podia ganhar uma fortuna a escrever enredos e historias para filmes. Porque faz alguns dignos de Hollyhood!

Eu e o meu manito crescemos a ouvir os concelhos dela: nao abram a porta a ninguém, fechem a porta com as 2 fechaduras, cuidado onde estacionam os carros, cuidado ao abrirem o portao poque vem um homem por tras e da-vos uma pancada bla bla bla. Sempre nos rimos e gozamos com ela. Mas como ela diz: «é tudo a brincar, coitadinhos!». Estas «pancas» da minha avó ja deram origem a situações caricatas, inumeras foram as vezes q ela me fechou em casa, porque podia vir algum ladrão e assaltar a casa cmg la dentro e bla bla bla; várias constipações ela já apanhou por idas á varanda durante a noite, para olhar para nossa casa, para confirmar que as janelas estão fechadas, que não há luz, que não ha homens ha porta... enfim!



No entanto, os seus 80 anos andam a dar-lhe uma nova mania... cismou porque cismou que os lucutores, actores, enfim todos os q aparecem na TV falam para ela. Responde-lhes e tudo. O caso da Madeleine já a fizeram chorar rios de lágrimas, sentidas, rezar e muita faladura. Na cabecita dela, os apelos feitos pelos pais, amigos, foram todos directamente para ela. Isto anda-me a preocupar. Tudo bem que me dá vontade de rir, sempre é mais um motivo para me meter com ela, mas... também é sinal que esta a ficar um pouco senil. Isso preocupa-me. Adoro a Velhota-Papagaio-Duracell! Tenho muitas e muitas boas memorias dela, quer na minha infancia, quer agora ja adulta. Ainda agora fazemos guerra de agua na cozinha (basicamente consistem em eu a chamar á beira da banca e dar-lhe um banho com a mangueira da torneira, rir-me que nem uma doida com ela a rir-se e a desculpar-me. Mas n pensem que ela se fica, porque ela vinga-se e bem!!), apanho-a muitas vezes escondida á minha espera para me assustar, vejo-a pelo espelho da sala, dou a volta e vira-se o feitiço contra o feiticeiro ihihihihi.



Eu sei que resmungo muito com ela, mas ela faz de proposito so para me ver e ouvir a refilar. Ai vóvó... nao envelheças mais!!!



P.s- Ah... recado dela: nao se ponham nus frente ha TV! As pessoas de lá veem-vos!!

Monday, May 21, 2007

ALMA AZUL E BRANCO!

Ha muitos dias que nao escrevo neste meu cantinho! Em parte, falta de tempo, com o Enterro da Gata, trabalhos, aulas, passeio e festas, o tempo foi curto! Mas não podia deixar passar o facto do meu FCPê ter ganho mais um campeonato!! Foi dificil, é verdade! Custou! Quando o Aves marcou, ate as moscas se ouviam no Dragão! Mas ganhou!!!!

Aos meus amigos de outras cores, para o ano ha mais......mais um para o FCP ganhar!! :P

Friday, May 04, 2007

CalimerA

Andei uns dias sem escrever... simplesmente não tive vontade. Esta semana foi um pouco aterefada e com muitas emoções, nem sempre das melhores...
Tenho novidades, bastantes ate, coisas para contar... mas nao tenho ovntade de escrever. Estes dias tentarei ganhar inspiraçao e vontade!!


Peço desculpas, meus ávidos leitores

Wednesday, April 25, 2007

O Cravo e a LIBERDADE







Um cravo numa arma, um gesto inocente cheio de sentido para toda uma nação. Nunca pensei que uma arma podesse ser simblo de Paz. Esta arma foi! È! Numa madrugada de coragem, homens marcharam em direcção á Liberdade. Homens únicos, com defeitos como todos, mas com a virtude da coragem de combaterem o próprio medo, em busca dum ideal. Homens, frágeis nas suas vidas, fortes nas suas convicções. Homens de Abril.


«Grândola, vila morena

Terra da fraternidade

O povo é quem mais ordena

Dentro de ti, ó cidade


Dentro de ti, ó cidade

O povo é quem mais ordena

Terra da fraternidade

Grândola, vila morena


Em cada esquina um amigo

Em cada rosto igualdade

Grândola, vila morena

Terra da fraternidade


Terra da fraternidade

Grândola, vila morena

Em cada rosto igualdade

O povo é quem mais ordena


À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade

Jurei ter por companheira

Grândola a tua vontade.»


Zéca Afonso

Sunday, April 15, 2007

This Is The Way You Left Me

This is the way you left me,
I’m not pretending,
No hope, no love, no glory,
No happy ending
This is the way that we love,
Like its forever,
Then live the rest of our life,
But not together
I Wake up in the morning,
Stumble on my life,
Can’t get no love without sacrifice,
If anything should happen,
I guess I'd wish you well,
Mmm a little bit of heaven,
But a little bit of hell.
This is the hardest story,that I've ever told,
No hope, no love, no glory,
Happy endings gone forever more
I feel as if I’m wastin',
And I'm wastin' everyday
This is the way you left me,
I’m not pretending,
No hope, no love, no glory,
No happy ending
This is the way that we love,
Like its forever,
Then live the rest of our life,
But not together
Two O'clock in the morning,
Something's on my mind,
Can’t get no rest,
Keep walking around,
If I pretend that nothing ever went wrong
,I can get to my sleep
I can think that we just carried on
This is the hardest story,that I have ever told,
No hope, or love, or glory,
Happy endings gone forever more,
I feel as if I’m wastin',
And I'm wastin' everyday
Oh I feel as if I’m wastin',
And I'm wastin' every day
This is the way you left me,
I’m not pretending,
No hope, no love, no glory,
No happy ending
This is the way that we love,
Like its forever,
Then live the rest of our life,
But not together
A little bit of loveLittle bit of love
This is the way you left me,
I’m not pretending,
No hope, no love, no glory,
No happy ending
This is the way that we love,
Like its forever,
Then live the rest of our life,
Both not together
Over my shoulder, running away,
Feels like i'm falling, losing my way,
Cold and dry,
Cold and dry.
Fog out my daylight, torture my night,
Feels like i'm falling, far out of sight,
Cold,
Drunk,
Tired,
Lost.
Over my shoulder, running away,
Feels like i’m falling, losing my way,
Cold, dry,
Cold and dry.
Fog out my daylight, torture my night,
Feels like i'm falling, far out of sight,
Cold,Drunk,Cold and drunk.
Mika

Monday, April 09, 2007

ESTA MIÚDA....




A Matilde foi ao Zoo da Maia! Este é em exerto do loooooongo diálogo dela quando chegou a casa:



Eu: E que animais viste?


Matilde: Cabas, obelhas, cobas e o potamano!


Eu: Hipopotamo, Matilde. Vá diz comigo: Hi-po-po-ta-mo!


Matilde: Hiiii-pooo-pooo-tamo! Hiiii-pooo-pooo-tamo!


Eu: Isso! (que orgulho!) Agora diz depressa!


Matilde: DEPRESSAAAAA!


Eu: ai....

Tuesday, April 03, 2007

Curiosidade...


Ja notaram o tempo que demoram os intervalos dos programas de TV? A TVI bate, sem dúvida, todos os recordes! Eu sei que sou destraída, mas ás vezes, até me esqueço do que estava a ver!!


Publicidade e dinheiro.... o que fazes ao telespectador!!




p.s- sei q n tem interesse, mas n deixa de ser um facto...

Monday, March 26, 2007

A viagem!





Já voltei de Barcelona... FENOMENAL!... Sem dúvida, uma excelente prenda dos maninhos!!


Daqui a uns dias faço a «reportagem», ainda nao tenho as fotografias, apenas tenho a q esta em cima.



Há.... a prenda foi pelo meu aniversario, seus obtusos que nao se lembraram!!!!